Você tem que ler: “Cidades de Papel”

Estava a procura de um bom livro para ler, até que entrei na livraria e com meu espírito adolescente que ainda não saiu de mim (hahaha) fui logo na parte onde ficam os livros mais “teens”. Eis que me deparo com “Cidades de Papel”. Já tinha ouvido falar e imaginei ser mais uma história de amor com o toque especial do John Green. Mas aí, comecei a ler…

Cidades de Papel

“Cidades de Papel” conta a história de Quentin Jacobsen, um menino que está no último ano da escola é apaixonado por sua vizinha Margo Roth Spiegelman. Os dois se conhecem desde pequenos e estudam na mesma escola. Então você para e pensa: “Nossa, mais um romance cheio de mimimi”. É aí que você se engana! Particularmente, gosto muito de livros e filmes que meio que formam uma “caça ao tesouro” e a história vai te dando pistas para chegar até o que você deseja encontrar. E é assim que “Cidades de Papel” se constrói, numa narrativa incrível e o toque especial que John Green deu aos diálogos e aos personagens perfeitamente construídos.

Para dar início ao clímax da história, Margo, que sempre foi uma menina de personalidade bem forte e super popular na escola, resolve chamar Quentin para uma, digamos “aventura”. O que é bem inesperado, já que Margo não manteve nenhuma relação com Q (apelido de Quentin), apesar de ambos se conhecerem há muito tempo. Enfim, depois da madrugada de “amizade” e feitos bem loucos (dei boas risadas nesse momento), no dia seguinte, Margo desaparece e deixa pistas para que Q possa descobrir seu paradeiro.

Sem dar spoilers, posso afirmar que é aí que o livro começa a ficar interessante. É legal porque Quentin, que era apenas um garoto com uma vida normal, se arrisca e sai “do seu mundo” para ir atrás de Margo Roth Spiegelman (sim, no livro são poucas as vezes em que não mencionam o nome dela completo). Ele simplesmente abandona sua zona de conforto,  e faz coisas que seriam impossíveis para um garoto como ele, que assim, passa a dedicar todo o seu tempo para encontrá-la.

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Confesso que em um momento cheguei a pensar “Nossa, que menino burro! Tá fazendo papel de trouxa indo atrás dessa menina!”, mas no final compreendi o porquê. Margo é daquele tipo de espírito livre, que curte aventuras e vive por si só, totalmente o oposto de Quentin. Mas pude perceber (e você também vai entender se ler o livro) que para Quentin, além de é claro, ter a possibilidade de ficar com a menina de quem ele gostava, esse era o momento de quebrar barreiras.

O legal é que a história te dá a chance de ver como você deve abrir as portas para enxergar o outro de forma diferente. Vê-los como uma janela e não como um espelho. Acreditar na possibilidade de se desprender dos padrões e viver a essência de quem você realmente é.

“Uma cidade de papel para uma menina de papel. (…) Eu olhava para baixo e pensava que eu era feita de papel. Eu é que era uma pessoa frágil e dobrável, e não os outros. E o lance é o seguinte: as pessoas adoram a ideia de uma menina de papel. Sempre adoraram. E o pior é que eu também adorava. Eu tinha cultivado aquilo, entende? Porque é o máximo ser uma ideia que agrada a todos. Mas eu nunca poderia ser aquela ideia para mim, não totalmente.”

Apesar de não ter amaaaado o fim do livro de cara, depois consegui entender o motivo daquele final. E é justamente a lição que você tira da história. E é aí que está a graça do livro. Não é um final em que o casal vive “Felizes Para Sempre”, mas é onde você pode ver ambos os personagens principais ganhando algo ainda melhor.

“Mas as coisas vão acontecendo… as pessoas se vão, ou deixam de nos amar, ou não nos entendem, ou nós não as entendemos… E nós perdemos, erramos, magoamos uns aos outros. E o navio começa a rachar em determinados lugares. E então, quando o navio racha, o final é inevitável. (…) Mas ainda há um momento entre o momento em que as rachaduras começam a se abrir e o momento em que nós rompemos por completo. E é nesse intervalo que conseguimos enxergar uns aos outros. “

Bom, recomendo e muito a leitura! É divertida e envolvente!

Espero que gostem!

XOXO,

Gabi

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Victoria’s Secret Fashion Show 2015

O desfile mais glamouroso do ano chegou e recheado de mulheres cada vez mais maravilhosas! Eu particularmente curto muito o show e resolvi fazer um post sobre o que rolou esse ano.

Duas novidades importantes: Kendall Jenner e Gigi Hadid como as novas “Angels”. A Gigi inclusive teve a melhor reação do mundo quando descobriu que ia fazer parte do desfile (você pode ver o vídeo aqui) e a Kendall pra quem me conhece, sabe que é minha “Musa do Verão”, como diria o grande pensador contemporâneo Felipe Dylon (hahahaha) por isso fiquei mais empolgada ainda para ver o desfile. E é claro, Alessandra Ambrosio, minha rainha desde os primórdios que completou 15 anos de #VSFS nessa edição e Adriana Lima outra deusa brasileiríssima também estavam presente.

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Alessandra Ambrosio, Kendall Jenner e Adriana Lima.

O legal dos desfiles da Victoria’s Secret é a leveza do show. As modelos sempre interagem com as atrações e ainda se divertem na “pose final”. Bom, por falar em atrações, esse ano deu o que falar. Primeiramente teríamos como line-up: Selena Gomez, The Weeknd e Rihanna. Mas, rolaram uns boatos por aí de que Riri tería cancelado a participação do show porque colocaram a Kendall  como Angel (será?). Já outros disseram que ela estava muito ocupada terminando o seu novo álbum. Nada foi confirmado. No lugar da Bad Girl então entrou a fofíssima da Ellie Golding, e eu até que gostei mais.

Ah! E é claro! O disputadíssimo “Fantasy Bra” do #VSFS dessa vez ficou com Lily Aldridge. Confesso que para 1 milhão de dólares achei bem simples. Ano passado Alessandra e Adriana lacraram tanto que acho que vai ser um pouco difícil superar.

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Lily Aldridge com o Fantasy Bra

Ainda não tem previsão para o desfile passar na TV aqui no Brasil. O canal TNT transmite todo ano lá para dezembro então acho que vamos ter que esperar um pouquinho para ver o resultado completo. Enquanto isso, montei uma galeria com as fotos que encontrei do desfile. Achei BAFO e to doida para ver tudo! E você, curtiu? Diz aí!

XOXO,

Gabi

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Entrevista com Bárbara Coelho

Oii gentee!

Hoje estou aqui para fazer um post bem especial para mim! No começo fiquei pensando que não fosse dar em nada, mas para a minha surpresa, recebi um “sim” como resposta em pouquísismo tempo!

Antes de tudo, queria agradecer muito a Bárbara Coelho por ter sido uma fofa e super atenciosa comigo!

Bom, para quem não sabe, a Bárbara é apresentadora do “Tá Na Área”  juntamente com o Thiago Oliveira no canal SporTV e sempre foi uma das jornalistas que admirei. Comecei a acompanhá-la nas redes sociais e principalmente no Snapchat (que, por sinal, ela faz vários ótimos!) e aí fui me encantando cada vez mais pelo trabalho dela. Para quem não sabe também, eu faço jornalismo é por isso que resolvi entrevistá-la. 

 

Então vamos lá:

Road To The World: Por que você escolheu jornalismo? E por que jornalismo esportivo?

Bárbara CoelhoEu costumo “brincar” que o jornalismo me escolheu. Naturalmente as coisas se encaminharam para esta profissão. Sempre fui muito comunicativa, gostava de escrever, ler, apresentar trabalhos e quando percebi já escolhi a comunicação aos 15 anos.

O esportivo nasceu de uma relação com o Maracanã. De 12 para 13 anos fui ao estádio pela primeira vez. Sempre gostei e acompanhei muito futebol. Quando cheguei ao Maracanã e vi aquelas pessoas trabalhando a beira do gramado, estava decidida a me dedicar a esta profissão. Foi um encontro e não uma escolha.

RTTW: Muita gente acha que jornalismo não dá em nada. Seus pais foram contra a sua decisão?

BCPelo contrário. Minha família sempre esteve ao meu lado. O que as pessoas querem dizer com não dá em nada? Jornalismo não é apenas ser empregado de um veículo de comunicação. Você pode ter o seu próprio negócio, abrir uma consultoria, uma empresa de assessoria, fazer freela (freelance). O problema é que se as pessoas acham que Jornalismo é ser a Fátima Bernardes e o William Bonner, comandando a bancada do Jornal Nacional e ganhando um ótimo salário, é melhor desistir no 1º período.
Uma dica: descubra o Jornalismo para depois dedicar-se a ele.

RTTW: Seu objetivo sempre foi ser apresentadora?

BCNão. Eu queria era trabalhar com esporte. Queria contar boas histórias. O esporte me fascina. Ainda acho que a gente ainda não contou nem metade do que existe por aí. Ser uma apresentadora foi consequência.

RTTW: Como começou sua carreira profissional?

BCAinda no Espírito Santo, quando eu estava no 2º período de faculdade, trabalhava em uma empresa de eventos e já estava decidida a migrar para o Jornalismo Esportivo.

Mas é sempre difícil começar. Quem procurar? Como procurar? Por onde começar? Como eu sempre gostei de futebol e vivia conversando com os colegas de faculdade, um colega, de outro período, me procurou e disse que ia abrir uma vaga de estágio na Rádio Espírito Santo. O problema era que o chefe era meio estressado (rs) e que dificilmente me daria uma chance. Não titubiei. Pedi demissão do estágio na empresa de eventos e comecei a ir todos os dias na Rádio ES. Me apresentei ao tal chefe bravo, conhecido como Jair Batista, e pedi que ficasse lá, todas as tardes observando o processo de trabalho e, claro, pedindo dicas.  Duas semanas depois acredito que tenha vencido o Jair no cansaço. Ele me contratou e aí começava minha carreira.

RTTW: Como você começou no SporTV?

BCEu trabalhava na Band e fui convidada para fazer testes para ocupar a vaga da Vanessa Riche, que estava prestes a tirar licença maternidade. Foi um processo muito longo, muita gente participou. Inclusive uma história curiosa, em um dos meus testes eu fui assaltada assim que desci do ônibus em frente ao Sportv e mesmo assim fiz o teste. Foi tenso. (rs)

Depois de muito tempo sem nenhuma resposta, uma colega que também participava do processo me ligou dizendo que não tinha sido aprovada. Aí pensei: “poxa, nem pra me ligar para dizer que não sou eu. Que falta de consideração”.

De verdade, não imaginava que tinha sido escolhida. Dois dias depois, o ex-editor chefe do Tá Na Área, me ligou avisando que a vaga era minha. Imagina a minha felicidade? Rs

RTTW: Como é sua rotina no trabalho?

BCEu chego todos os dias às 11hs da manhã. Antes de começar a correria, temos uma reunião para afinarmos o conteúdo do programa. Às 12h eu almoço rapidinho e começo pra valer o “batente”.

Às vezes fico dedicada “apenas” ao conteúdo do programa. São duas horas diariamente. Pego assunto por assunto do espelho e vou desenvolvendo a melhor forma de colocar todas essas informações no ar.

Entretanto esta “molezinha” é rara. Na maioria das vezes ajudo os editores nas ilhas, escrevendo textos e, consequentemente, ajudando a produzir conteúdo pro programa. Eu gosto de participar deste processo. Apesar de me “tirar tempo” de estudo, me deixa ainda mais por dentro do espelho e mais à vontade para participar do programa.

RTTW: Qual foi a maior dificuldade que você enfrentou até agora na sua carreira?

BCA maior dificuldade? Difícil, viu?! Todo dia aqui é um desafio. Mas a Copa do Mundo de 2010, a minha primeira grande cobertura me deixou um tanto quanto assustada. Foram 40 dias direto de trabalho, muita informação, com dois programas diariamente,

Acho que para as Olimpíadas estarei ainda mais madura para desempenhar um bom trabalho.

RTTW: Acha que o espaço para as mulheres no jornalismo esportivo é pequeno?

BCO espaço não é pequeno para nenhuma mulher que se dedica e acredita no seu potencial. Vamos acreditar na igualdade quando deixarmos de fazer esta pergunta. Se o preconceito não estiver na sua cabeça, não vai estar na cabeça de ninguém.

Existem muitas mulheres bem sucedidas no mercado de trabalho, e eu me espelho nelas.

RTTW: O que você acha essencial para um aluno de jornalismo que quer entrar no mercado?

BCComo qualquer outra profissão: Dedicação, comprometimento e tentar sempre estar em contato com pessoas do meio. Na maioria dos casos, os professores de faculdade estão fora do mercado. Então, faça cursos, vá a palestras, se apresente. Seja “pra frente”.

RTTW: O que você diria para os futuros jornalistas, que assim como eu, querem seguir essa carreira?

BCPrimeiramente, por mais clichê que pareça ser, tem que gostar do que você faz. Jornalismo não é “ser apresentadora”, “ser repórter”,  a responsabilidade é muito maior do que a que se vê no ar. É apuração, responsabilidade com a informação, conteúdo, criatividade.

Gosta de ver filmes? Assista a muitos filmes. Gosta de ler? Leia muitos livros. Não deixe de investir no que você tem de melhor. Tenta consumir notícias. Não queira copiar alguém, mas crie referências e estilos, e defina isso no início da carreira. No mais, boa sorte! Tenho certeza que seremos bons colegas de trabalho em um futuro próximo.  

ta na area                        bárbara e thiago

 

É isso, gente! O “Tá Na Área” passa todo dia às 18h, para quem quiser ver e quiser acompanhar o trabalho da Bárbara. Espero que gostem!

XOXO,

Gabi

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O que falta é o ponto final?

Início, meio e fim. A regra é essa para toda história. Mas lendo a nossa, fico pensando que talvez depois de tanto tempo, depois de tando vai-e-vem, o fim sempre ficou faltando. O que vejo são diversos caminhos que podem um dia levar a um fim ou apenas a continuação dessa complicada narrativa que insiste em aparecer de tempos em tempos, despertando sentimentos que ninguém, nem eu nem você sabemos que existem. O que, sinceramente, embola ainda mais nosso livro.

O que falta é o ponto final? O tal do “The End” que nem sempre é feliz, às vezes é triste, mas necessário? Talvez. Mas quem será que vai começar a escrevê-lo? Se é que estamos dispostos a isso. Talvez nosso enredo seja esse mesmo, nos encontramos quando o destino quer, quando por algum motivo nossas próprias histórias resolvem interagir elevando a nossa história a um clímax em que, ambos de nós despreparados, mas por um pequeno momento felizes e juntos, escrevemos essa que é mais uma continuação que insiste em fazer parte do nosso livro.

E cá estamos nós, em outro capítulo, que devo dizer que é bonito, é novo, é de certa maneira surpreendente e revigorante. Em que promessas aparecem, palavras se tornam fortes, o seu coração acelera e o meu também, mas sabemos que no fundo nada disso dura. Sabemos que chegará a hora em que viraremos as costas um para o outro, talvez porque estejamos acostumados a viver se encontrando sem mais nem menos, aguardando o próximo truque do destino.

Mas e o fim? Bom, esse mais uma vez fica para depois.

dois caminhos, duas vidas e uma escolha

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Conexão Brasil – Portugal!

E aí, gente!

Entrevistei minha queridíssima amiga Tamires Florencio e pedi para ela contar um pouquinho sobre a experiência dela em morar fora. A Tamis foi para Portugal em 2012, logo depois que nos formamos na escola, e ficou por lá durante 2 anos. Ela contou um monte de coisas legais e também sobre os lugares incríveis que ela pode visitar.

Ryca é ryca né, meu povo!
Confere aí! 🙂

1- Conta um pouquinho como você foi parar em Portugal…
Bem, tudo começou graças ao meu pai que recebeu a notícia de que iria trabalhar fora do país em um tempo determinado de 2 anos. A princípio iríamos para a América do Sul (Argentina ou Uruguai) só que o destino fez com que Portugal fosse o escolhido e tenho que admitir que foi a melhor escolha a ser feita.
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 2- Como foi a adaptação ao lugar?
Me adaptar a Lisboa foi mais fácil do que imaginei, principalmente porque nunca tinha morado em outro Estado, fará outro país. Lógico que no começo eu reclamava todo santo dia do frio – imagina você sair do verão do Rio de Janeiro e chegar justo no inverno em Portugal -, não entendia metade do que os portugueses falavam ou pelo sotaque mesmo ou pelas palavras diferentes. (Tipo alguém chegar pra você e falar: “O ATACADOR está solto.” Que pra gente seria: “Seu CADARÇO está desamarrado.”). Mas nada que muitas roupas quentinhas e pedir para que as pessoas repetissem até eu entender, não resolvesse.
3- Qual foi a maior dificuldade que você enfrentou?
Eu achava que ficar longe da família e dos amigos seria o mais difícil –apego é um problema sério minha gente- mas de tudo, o mais difícil foi ter que ficar internada com apenas 3 meses morando lá.
4- O que mais você gostou de lá?
Tem tantas coisas que eu gostei que fica difícil falar só de uma 
coisa.. Maaas segurança, qualidade de vida e Kinder Bueno por cêntimos de euro, com certeza são meus top 3.
 
5- Você visitou outros países pela Europa… Qual foi o seu preferido?
Roma, Roma, Roma! Além de ser uma cidade linda e super histórica, ter pessoas lindas e solícitas, é o paraíso pra quem gosta de comer. Sério, eu acho que nunca comi tanto na vida! Pra mim aquela cidade cheira a comida.

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6- Se pudesse voltar, para morar, você voltaria?
Sim. Se eu pudesse e meu dinheiro desse, eu voltaria pra morar com certeza.

7- Conta uma coisa diferente sobre Lisboa que ninguém sabe…
Sobre Lisboa em si não sei o que poderia ser diferente e ninguém sabe, mas achei diferente o fato dos portugueses pedirem licença para desligar o telefone. Sim, é isso mesmo. “Então está bem, beijinhos. Licença. Tu tu tu.”
Agora, quanto a nós brasileiros eu queria falar algo que parece que muitos não sabem gente, os portugueses NÃO falam “ora pois”, muito menos “ora pois pois”, eu não sei de onde as pessoas tiraram isso. Então se você for a Portugal, por favor eu nunca te pedi nada, não fale “ora pois”.

8- Como é a vida noturna em Lisboa?
Pra mim a vida noturna de Lisboa resume-se ao Bairro Alto. Pense 
em um lugar com vários bares. Agora pense que em cada bar toca um ritmo musical diferente e que a hora que você se cansar é só você ir para o do lado ou até mesmo ficar na rua bebendo e papeando. Tá, agora imagine cervejas, mojitos e sangrias por um precinho mara. Melhor que isso? Os shots de graça. Muitos shots de graça. Me diz se é ou não o paraíso noturno em um só lugar.

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9- O que você fez lá durante esses dois anos?
Poderia falar que estudei muito, mas tenho que ser sincera. Nesses dois anos basicamente curti a cidade, viajei o quanto pude e pra não dizer que fiquei totalmente longe dos estudos fiz curso de espanhol.
 

10- Agora a pergunta que não quer calar: Brasil ou Portugal?
Pode escolher o melhor dos dois mundos? Hahaha. Eu sempre digo que se pudesse levar toda minha família e meus amigos para Portugal, seria a junção perfeita.

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#CantinhoDaBFF: Resenha do livro “Como eu era antes de você”

Como Eu Era Antes De Você

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Título original: Me Before You

Autor (a): Jojo Moyes

Editora: Intrínseca

Páginas: 320

Oi gente! Eu sou a Camilla, BFF da Gabi, e terei o meu cantinho aqui no blog. Falarei sobre vários assuntos, e hoje vou contar um pouco sobre o livro Como eu era antes de você, que li recentemente e AMEI!

Eu me interessei pelo livro, na verdade, porque todo mundo estava falando muito bem dele, e eu sou dessas que segue a onda do momento, confesso. O título me pareceu um convite para um drama romântico que eu adoro, então fiquei muito empolgada. Além disso, a história triste de Will Traynor, homem ativo e apaixonado por aventuras e adrenalina que fica tetraplégico após um atropelamento, me chamou a atenção. Tenho uma queda por temas médicos e uma irmã fisioterapeuta, então tudo parecia se encaixar.

Logo de cara me simpatizei com Louisa, uma jovem de 26 anos que não faz planos para o futuro, se acomodou com a vida simples e tranquila que tinha, e se vê, depois de muito tempo, obrigada a tomar outros rumos após perder seu emprego como garçonete. Ela então acaba na casa dos Traynor e consegue, não se sabe como, um emprego ótimo de seis meses como cuidadora de Will. A única condição para o trabalho era que Louisa tentasse animar Will, tirá-lo um pouco de casa.

Mas as coisas não seriam fáceis para Louisa, que passa a enfrentar diariamente a amargura e infelicidade de seu novo chefe, que não faz a mínima questão de ser simpático ou até mesmo conhece-la. Will prefere passar o dia inteiro no quarto, vendo televisão e encarando a vida do lado de fora pela janela.

Lou então começa sua incansável missão de trazer um pouco de alegria para a vida de Will e tentar se tornar amiga dele. Ela não se deixa ser vencida por seu mau-humor e grosserias, e consegue se aproximar lentamente dele. Suas primeiras tentativas de tirá-lo de casa são muito frustrantes, com obstáculos e dificuldades para a cadeira de rodas de Will.

Lou descobre que há um motivo para que seu emprego seja de apenas seis meses: esse foi o prazo que Will dera aos seus pais até o dia em que ele iria a uma clínica na Suíça, para tirar a própria vida. Tal acordo foi feito após uma tentativa quase bem sucedida de Will de se matar, por não aguentar mais ficar preso na cadeira de rodas.

Após momentos de fúria e desespero por não entender a decisão de Will, Lou inicia seus planos para trazer coisas novas e divertidas para a vida dele, tentando de todas as formas fazê-lo mudar de ideia. E com isso, a relação dos dois se torna mais íntima, com idas a shows de música clássica, tardes nos jardins do Castelo e até mesmo uma aparição surpresa no casamento da ex-namorada de Will.

A narrativa em primeira pessoa é de fácil leitura, e temos pequenas surpresas ao longo do livro com capítulos nas vozes de outros personagens além de Lou, como sua irmã Treena, o enfermeiro Nathan e a mãe de Will, Camilla Traynor.

A angústia e curiosidade em saber se Lou vai ou não conseguir mudar a cabeça de Will te pegam com toda a força, e chega a ser impossível parar de ler. No final, o lencinho de papel é indispensável, e uma reflexão sobre a sua própria vida vai ser inevitável. Você começa a se questionar sobre os seus problemas, e no quão pequenos eles são quando comparados com outros.

Como eu era antes de você é um livro que nos ensina os verdadeiros valores da vida, da amizade, da família e do amor. E como, não importa a idade ou as circunstâncias, podemos sempre mudar, nem que seja um pouquinho, a vida daqueles que nós amamos.

Ah! E se vocês gostam de ler livro e ouvir música assim como eu, indico como trilha sonora “The man who can’t be moved”, do The Script. Essa música me acompanhou durante toda a minha leitura, e fiquei surpresa no quão ela se encaixa perfeitamente com o livro.

Enfim, espero que vocês leiam e, a cima de tudo, gostem tanto quanto eu! Depois comentei o que acharam dele, vou adorar saber!

Beijinhos, Cami

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10 motivos para assistir Arrow

Então, não sou viciada em quadrinhos e sei muito pouco sobre a Marvel ou a DC, mas vou confessar que: Arrow é o há nesse universo! Como a quarta temporada vai começar (UHUUUUUL) HOJE, resolvi fazer esse post pra dizer o porquê dessa série ser puro amor ❤

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Para você que não conhece ainda, vou fazer um resuminho breve:
Arrow, é uma série da CW  que conta a história de Oliver Queen, um jovem milioário que após sofrer um acidente, acabou ficando preso numa ilha deserta durante 5 anos e volta para a sua cidade combatendo o crime e a corrupção, se tornando assim o super-herói Arrow (aqui no Brasil chamado de Arqueiro). Tem mais coisas, mas obviamente não posso dar spoiler.
Então vamos lá, meus 10 motivos:
1- Stephen Amell
Deus criou a perfeição e ela está neste seriado. O protagonista da série, o “Arrow”, Oliver Queen.
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2- Stephen Amell sem camisa
HEHEHEHEHEHEHE
sem camisa
3- Stephen Amell
É a última, eu juro.
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4- Tiro, porrada e bomba
Acredite ou não, eu gosto de cenas de ação.
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5- Felicity (Emily Bett)
A personagem é maravilhosa e atriz é perfeita para o papel!
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6- Girl Power
Tem espaço pra pancadaria feminina também! Afinal, who run the world?
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7- Black Canary
Laurel Lance (Kate Cassidy) como a “Canário Negro” é simplesmente incrivel!
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8- Zuera
Amo quando rola uma piadinha no meio de um clima tenso.
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9- Flashback
No meio dos eps rolam váários flashbacks que explicam melhor o “presente” na série.
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10- “You have failed this city!”
Quando o Arrow manda essa, é porque o bicho pegou! O que é ótimo!
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É isso, gente! No Netflix tem a primeira e a segunda temporada e no MegaFilmesHD tem todas. Na Warner passa também. Assistam, porque é viciante!
XOXO,
Gabi
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